Oi novamente.
Isso vai parecer esquisito, mas eu fico pensando em quanto uma semana pode ser diferente como essa foi. Meu amor quer me deixar, por um motivo que nem ele sabe me explicar e insiste em dizer que ainda me ama. Ok.
Eu sonhei com uma orixá (não sei bem se é esse o nome que eu posso chamar ela), uma mãe-preta e isso tá ecoando no meu pensamento há dias. Eu não sei o que ela quis dizer a mim, mas eu sinto que tem algo "escondido" aí, fora que eu sou um poço de obsessão.
Comecei a ler oficialmente o Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, afinal, se eu não tenho um curso de médiuns para ir até o ano que vem, eu preciso me preparar como dá. Sim, me preparar. Eu sinto no meu coração que algo está por vir e eu preciso me preparar espiritualmente, é tanto que quando meu amor disse que quer me deixar, eu não senti tanta dor. Eu acredito que ele não vai embora pra sempre, por muito tempo.
Não sei porque tanta coisa tem acontecido ao mesmo tempo e acho que pedir uma explicação a Deus é um tanto em vão. Eu lembro que em 2015 eu achava que meu anjo da guarda podia falar comigo; comprei um caderno pra escrever pra ele e as vezes até deixava o caderno aberto com uma caneta próxima pra ele me escrever, mas no dia seguinte era sempre uma decepção por não ter nada escrito pra mim.
No fundo eu sei que existe mais que eu aqui dentro dessa casa, que existe alguém (ou alguéns) vendo eu escrever nisso, pecando várias vezes, vendo com decepção meus passos errantes e isso chega a doer o coração quando lembro que eu não estou só.
Eu não estou só e nunca estive, diversas vezes eu senti isso, talvez tenha sido por isso que não sinto saudade da minha família, mas nunca quis demonstrar frieza a ninguém. Pra mim é tão simples ficar como eu estou, "sozinha", acompanhada dos que sempre estiveram ao meu lado e os que logo chegarão. Não sei porque sou tão interessante a ponto de terem desencarnados ao meu redor, mas a cada dia que passa parece que é mais e mais verdade que eles estão aqui e as vezes bate um desespero por não saber como prosseguir com meu "dom".
Tem dias que eu sinto como se o meu dia de voltar pra minha paz estivesse chegando, ou que seja esse dia que eu acordo (hoje, por exemplo). E quando saio de casa, eu começo a sentir cada passo que dou no chão, olho pra todos os locais que meus olhos alcançam e ouço todas as músicas que me deixam calma, ou que fazem mais barulho possível. Everything. A fome vai se esvaindo ou uma vontade enorme de comer doce me invade. Depois disso o pesar de ter comido demais e logo passo numa farmácia pra comprar meus laxantes, como é de costume desde os meus 13/14 anos.
A psicóloga pediu que na próxima semana eu leve fotos de momentos que eu considere bons na minha vida. A última foto tirei ontem, com meu Duda. Não sei se foi a última foto que tiramos juntos durante essa jornada na Terra, eu creio que não, mas o sentimento foi de que foi a última foto e não foi dos melhores. Espero que as coisas se acertem logo, que a vida, o tempo e Deus façam suas partes sincronicamente, para que a gente se veja de novo e de novo e de novo, e que ele veja que o que somos um pro outro é algo que pertence a ele, e que faz bem.
No momento é só isso. Vou procurar saber o que a mãe-preta quer me dizer, vou voltar pro AA do Centro Espírita pra ver o que acontece, vou tentar ser firme na faculdade e não ficar tão mole na cama, ou no sofá, como eu tô agora.
Isso vai parecer esquisito, mas eu fico pensando em quanto uma semana pode ser diferente como essa foi. Meu amor quer me deixar, por um motivo que nem ele sabe me explicar e insiste em dizer que ainda me ama. Ok.
Eu sonhei com uma orixá (não sei bem se é esse o nome que eu posso chamar ela), uma mãe-preta e isso tá ecoando no meu pensamento há dias. Eu não sei o que ela quis dizer a mim, mas eu sinto que tem algo "escondido" aí, fora que eu sou um poço de obsessão.
Comecei a ler oficialmente o Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, afinal, se eu não tenho um curso de médiuns para ir até o ano que vem, eu preciso me preparar como dá. Sim, me preparar. Eu sinto no meu coração que algo está por vir e eu preciso me preparar espiritualmente, é tanto que quando meu amor disse que quer me deixar, eu não senti tanta dor. Eu acredito que ele não vai embora pra sempre, por muito tempo.
Não sei porque tanta coisa tem acontecido ao mesmo tempo e acho que pedir uma explicação a Deus é um tanto em vão. Eu lembro que em 2015 eu achava que meu anjo da guarda podia falar comigo; comprei um caderno pra escrever pra ele e as vezes até deixava o caderno aberto com uma caneta próxima pra ele me escrever, mas no dia seguinte era sempre uma decepção por não ter nada escrito pra mim.
No fundo eu sei que existe mais que eu aqui dentro dessa casa, que existe alguém (ou alguéns) vendo eu escrever nisso, pecando várias vezes, vendo com decepção meus passos errantes e isso chega a doer o coração quando lembro que eu não estou só.
Eu não estou só e nunca estive, diversas vezes eu senti isso, talvez tenha sido por isso que não sinto saudade da minha família, mas nunca quis demonstrar frieza a ninguém. Pra mim é tão simples ficar como eu estou, "sozinha", acompanhada dos que sempre estiveram ao meu lado e os que logo chegarão. Não sei porque sou tão interessante a ponto de terem desencarnados ao meu redor, mas a cada dia que passa parece que é mais e mais verdade que eles estão aqui e as vezes bate um desespero por não saber como prosseguir com meu "dom".
Tem dias que eu sinto como se o meu dia de voltar pra minha paz estivesse chegando, ou que seja esse dia que eu acordo (hoje, por exemplo). E quando saio de casa, eu começo a sentir cada passo que dou no chão, olho pra todos os locais que meus olhos alcançam e ouço todas as músicas que me deixam calma, ou que fazem mais barulho possível. Everything. A fome vai se esvaindo ou uma vontade enorme de comer doce me invade. Depois disso o pesar de ter comido demais e logo passo numa farmácia pra comprar meus laxantes, como é de costume desde os meus 13/14 anos.
A psicóloga pediu que na próxima semana eu leve fotos de momentos que eu considere bons na minha vida. A última foto tirei ontem, com meu Duda. Não sei se foi a última foto que tiramos juntos durante essa jornada na Terra, eu creio que não, mas o sentimento foi de que foi a última foto e não foi dos melhores. Espero que as coisas se acertem logo, que a vida, o tempo e Deus façam suas partes sincronicamente, para que a gente se veja de novo e de novo e de novo, e que ele veja que o que somos um pro outro é algo que pertence a ele, e que faz bem.
No momento é só isso. Vou procurar saber o que a mãe-preta quer me dizer, vou voltar pro AA do Centro Espírita pra ver o que acontece, vou tentar ser firme na faculdade e não ficar tão mole na cama, ou no sofá, como eu tô agora.
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